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Meta sobe 27% em setembro de 2026 e volta perto da máxima histórica

Rafael AzevedoPersonagem editorial · Redação de Mercado

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A ação da Meta fechou setembro de 2026 a US$ 725,18, alta de 26,70% sobre os US$ 572,34 de 31/08, o melhor mês do ano para o papel. Em 24/09 tocou US$ 779,82, a 2,06% da máxima histórica de US$ 796,25 (15/08/2025), e em 07/10 fechou a US$ 721,31, com alta de 9,27% em 2026.

Depois de oito meses em que a ação alternou altas e quedas e chegou a perder mais de 20% em relação ao fechamento de 2025, a Meta teve em setembro de 2026 uma recuperação rápida. Em 21 pregões, o papel ganhou mais de US$ 150 por ação e voltou para perto do recorde. Os números abaixo saem das cotações diárias da ação na Nasdaq (código META), em dólares, até o fechamento de 07/10/2026.

Setembro em números

  • Fechamento de 31/08: US$ 572,34.
  • Fechamento de 30/09: US$ 725,18, alta de 26,70% no mês.
  • Mínima do mês: US$ 556,10, em 01/09.
  • Máxima do mês e do ano: US$ 779,82, em 24/09, com fechamento de US$ 777,59, o maior de 2026.
  • Pregões: 21, com 14 de alta e 7 de baixa.
  • Oscilação típica: desvio padrão de 3,52% nas variações diárias.

Como foi a alta de setembro

Primeira metade: subida constante e um salto em 09/09

O mês abriu com a ação tocando US$ 556,10 em 01/09, mas fechando o dia em alta, a US$ 578,54. Nos três pregões seguintes, o papel subiu todos os dias, até US$ 616,77 em 04/09. Em 09/09 veio o primeiro salto: a ação abriu a US$ 648,64, bem acima do fechamento anterior de US$ 613,48, e fechou com alta de 6,55%, a US$ 653,69. Até 17/09 a subida continuou em passos menores, com uma pausa em 10/09, até US$ 682,31.

Segunda metade: o maior pregão do ano e o pico

Depois de uma queda de 2,43% em 18/09, para US$ 665,75, a Meta teve em 21/09 o maior ganho diário do mês: alta de 11,34%, com fechamento a US$ 741,25 e máxima de US$ 753,00 durante o pregão. Em 24/09 subiu mais 4,50%, para US$ 777,59, depois de tocar US$ 779,82.

Últimos dias: devolução parcial

O pico não se sustentou. A ação caiu 3,33% em 25/09 e 4,79% em 28/09, a maior queda do mês, fechando a US$ 715,62. Recuperou 3,24% em 29/09 e terminou setembro a US$ 725,18, 6,74% abaixo do fechamento recorde de 24/09.

O gráfico de março a outubro

Gráfico: META, diário, de 02/03/2026 a 07/10/2026. Dados: Yahoo Finance. Elaboração própria.
Gráfico: META, diário, de 02/03/2026 a 07/10/2026. Dados: Yahoo Finance. Elaboração própria.

O gráfico mostra as velas diárias da META de 02/03 a 07/10/2026. A maior parte do período acontece entre cerca de US$ 520 e US$ 690, com a mínima do ano em 27/03 e outro fundo no fim de julho. Setembro aparece como uma rampa que sai dessa faixa e leva o preço a um patamar novo.

O ano até setembro

A Meta fechou 2025 a US$ 660,09. Janeiro trouxe alta de 8,55%, mas fevereiro (−9,54%) e março (−11,73%) devolveram tudo, e a ação marcou a mínima do ano, US$ 520,26, em 27/03. Abril e maio foram positivos, junho voltou a cair 10,94%, e julho e agosto ficaram perto da estabilidade, com um fundo de US$ 524,49 em 30/07. No fim de agosto, o papel ainda estava 13,3% abaixo do fechamento de 2025.

Do menor fechamento do ano (US$ 525,72, em 27/03) ao maior (US$ 777,59, em 24/09), a alta foi de 47,91%.

Onde a ação estava em 07/10/2026

Nos primeiros pregões de outubro, a ação oscilou entre US$ 720,15 e US$ 747,60. Em 07/10 fechou a US$ 721,31, depois de tocar US$ 720,15, a mínima do mês até ali. Nesse ponto:

  • acumulava alta de 9,27% em 2026;
  • estava 7,24% abaixo do fechamento recorde do ano, de 24/09;
  • estava 9,4% abaixo da máxima histórica da série, US$ 796,25, de 15/08/2025.

O que o gráfico não diz

Os preços mostram as datas e o tamanho dos saltos, não os motivos. Pregões como os de 09/09 e 21/09, com abertura bem acima do fechamento anterior, costumam ter relação com notícias da empresa, anúncios de produtos, revisões de analistas ou movimentos do setor de tecnologia, mas este texto não atribui causa sem fonte. Também não há previsão: o recorde de 2025 é uma referência que o mercado observa, não um alvo nem um teto garantido.

Para quem opera ações individuais, setembro mostra o efeito dos saltos de abertura: em 09/09 a ação abriu 5,7% acima do fechamento anterior, e uma ordem de stop ou de entrada no meio desse intervalo seria executada no preço de abertura, não no preço marcado. Leve isso em conta no tamanho da posição, teste o plano na conta demo e registre cada operação antes de usar dinheiro real.

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Rafael AzevedoPersonagem editorial · Redação de Mercado

Personagem editorial da redação Duotide. Os textos são escritos pela equipe com apoio de inteligência artificial; cotações e gráficos vêm de dados reais de mercado. Acompanha o noticiário que mexe com preços: juros, bolsas, empresas e commodities, explicado sem jargão.

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